O primeiro livro
Então nasceram Alana e Frederic.
Um romance de época ambientado no ano em que o verão não veio — e em que um encontro mudou dois destinos.
Explore o universo da obra
Por trás de cada história existe um mundo inteiro. Explore os lugares, os costumes e os pequenos segredos que dão vida à série e descubra o que acontece nos bastidores da escrita.
Como a série evoluiu
Mas em que período? Sem saber exatamente por quê, a data de 1816 não saía da minha cabeça.
Quando fui pesquisar, descobri que aquele havia sido o Ano que Não Houve Verão — e também o ano em que Mary Shelley, aos dezoito anos, escreveu Frankenstein. Naquele instante, percebi que havia encontrado o cenário perfeito para a minha história.
O primeiro livro
Um romance de época ambientado no ano em que o verão não veio — e em que um encontro mudou dois destinos.
O segundo livro
Surgiu da curiosidade de uma amiga, que perguntou o que teria acontecido com outra personagem da história. Respondi que não sabia… mas que iria descobrir. E foi assim que uma nova narrativa começou a tomar forma.
O terceiro livro
Como nunca gostei de contar apenas um lado da história, senti que era hora de ouvir a perspectiva do homem envolvido naquela trama. Dessa necessidade nasceu o terceiro livro, trazendo novos olhares, conflitos e revelações.
O quarto e último livro
Escrito com um propósito muito especial: dar uma nova chance àqueles que permaneceram. Crescer além das histórias de seus antepassados, enfrentar os próprios desafios e descobrir que cada geração merece escrever o seu próprio destino.
Personagens principais
Toque em cada retrato para conhecer a personalidade de cada um.
Mapa da série
Explore alguns dos lugares que inspiram e atravessam a série. Cada ponto reúne um fragmento do universo de 1816: encontros, memórias, escolhas e contextos históricos.
02
O dia a dia da Regência
Gravura de moda
Vestido da Regência
Tons claros de dia
Cintura alta, logo abaixo do busto, saias longas e tecidos leves como musselina, algodão fino e seda. Tons claros durante o dia e tecidos mais sofisticados para eventos noturnos.
Pequena jaqueta curta usada sobre os vestidos para proteger do frio sem esconder a elegância da silhueta.
Casaco comprido, frequentemente em lã ou veludo, indispensável durante os meses frios.
Símbolo de refinamento e parte da etiqueta social.
Protegiam o rosto do sol e completavam o estilo da época.
Muito utilizados para aquecer e complementar vestidos durante passeios e viagens.
A peça mais elegante do guarda-roupa masculino, usada em jantares, bailes e eventos sociais.
Vestido sob a casaca, acrescentava sofisticação ao traje.
Sempre branca e de gola alta, representava elegância e boa educação.
Muito antes da gravata moderna, elaborados lenços de pescoço cuidadosamente amarrados.
Compridas, característica marcante da moda Regência.
Botas de couro indispensáveis para cavaleiros e cavalheiros.
Símbolo de distinção e elegância masculina.
As roupas eram confeccionadas praticamente sob medida. Um vestido ou uma casaca bem-feitos representavam investimento, status e cuidado com a aparência. A moda acompanhava as rígidas regras de etiqueta da época, e saber vestir-se corretamente era parte essencial da vida em sociedade.
A sala de estar
Um jantar de época
Comidas & bebidas · 1816
Em 1816, viajar exigia planejamento, tempo e resistência. Não existiam ferrovias, automóveis ou aviões. As distâncias eram percorridas por estradas, rios e pelo mar, e cada viagem fazia parte da própria experiência de viver naquele período.
i.
As carruagens particulares eram o principal meio de transporte das famílias abastadas. Variavam em tamanho e conforto e eram puxadas por dois ou quatro cavalos.
ii.
Nos trajetos curtos ou viagens individuais, cavalgar era uma prática comum, especialmente entre cavalheiros, militares e proprietários rurais.
iii.
As travessias entre a Inglaterra e a Irlanda eram feitas por navios à vela. Dependendo do clima, a viagem podia ser tranquila ou bastante difícil.
iv.
As estradas melhoraram graças às turnpike roads, vias pedagiadas mantidas por associações locais. Ainda assim, lama, chuva e buracos tornavam muitas viagens lentas e cansativas.
Viajar em 1816 significava muito mais do que chegar ao destino. Uma simples mudança no tempo podia transformar um percurso de poucas horas em uma jornada de dias.
Na série: cada deslocamento foi pensado para refletir as possibilidades reais da época. As viagens dos personagens acompanham suas transformações pessoais, seus encontros e as escolhas que mudam o rumo de suas histórias.
Quanto tempo levaria para percorrer os caminhos dos personagens?
Em 1816, viajar não era apenas sair de um lugar e chegar a outro. Cada percurso dependia das estradas, dos cavalos, das hospedarias, do clima e, no caso das travessias, das condições do mar.
Os tempos são estimativas literárias aproximadas para ambientação histórica da série.
Linha do tempo
Quatro livros. Quatro jornadas. Um universo que atravessa o tempo.
Livro 1
Em um ano marcado por eventos que mudaram o mundo, Alana e Frederic se encontram e vivem um amor intenso em meio a convenções, segredos e escolhas que podem transformar destinos.
Livro 2
A vida segue e, com ela, chegam decisões que mudam tudo. Entre perdas e recomeços, personagens que amamos enfrentam dilemas, descobertas e o poder de escolher seu próprio destino.
Livro 3
A história que você já conhece ganha um novo olhar. Descubra os fatos, sentimentos e escolhas na perspectiva de Robert Baley, e entenda como cada verdade revela novas camadas.
Livro 4
Chegamos ao desfecho de uma jornada inesquecível. O tempo passa, mas o que foi vivido permanece. Amores, perdas e conquistas se entrelaçam para mostrar que algumas histórias nunca terminam.
Leia um capítulo
Abra o primeiro capítulo de 1816 – O Ano que Não Houve Verão e conheça Alana e Frederic antes de levar o livro para casa.
Entre para minha lista e seja a primeira a saber sobre lançamentos, capítulos exclusivos e os bastidores da próxima história.
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