Explore o universo da obra

Universo 1816

Por trás de cada história existe um mundo inteiro. Explore os lugares, os costumes e os pequenos segredos que dão vida à série e descubra o que acontece nos bastidores da escrita.

Como a série evoluiu

Tudo começou com uma vontade: escrever um romance de época

Mas em que período? Sem saber exatamente por quê, a data de 1816 não saía da minha cabeça.

Quando fui pesquisar, descobri que aquele havia sido o Ano que Não Houve Verão — e também o ano em que Mary Shelley, aos dezoito anos, escreveu Frankenstein. Naquele instante, percebi que havia encontrado o cenário perfeito para a minha história.

O primeiro livro

Então nasceram Alana e Frederic.

Um romance de época ambientado no ano em que o verão não veio — e em que um encontro mudou dois destinos.

O segundo livro

“Não sei… mas vou descobrir.”

Surgiu da curiosidade de uma amiga, que perguntou o que teria acontecido com outra personagem da história. Respondi que não sabia… mas que iria descobrir. E foi assim que uma nova narrativa começou a tomar forma.

O terceiro livro

O outro lado da história

Como nunca gostei de contar apenas um lado da história, senti que era hora de ouvir a perspectiva do homem envolvido naquela trama. Dessa necessidade nasceu o terceiro livro, trazendo novos olhares, conflitos e revelações.

O quarto e último livro

Uma nova oportunidade

Escrito com um propósito muito especial: dar uma nova chance àqueles que permaneceram. Crescer além das histórias de seus antepassados, enfrentar os próprios desafios e descobrir que cada geração merece escrever o seu próprio destino.

Personagens principais

Conheça quem dá vida à série

Toque em cada retrato para conhecer a personalidade de cada um.

Alana

A jovem que desafia seu tempo.

Frederic

O homem que não acreditava no amor, até encontrá-lo.

Robert Baley

O irmão que protege com lealdade e bondade.

Violet Shelley Baley

A mulher que encontrou coragem para mudar a sua própria história.

Jane Elliot

A jovem que confundiu ilusão com amor.

Willian Rampton

O homem que escolheu esperar por amor verdadeiro.

Emilly Shelley

A mulher que descobriu que compreender o passado é transformar o presente.

Mapa da série

Viaje pelos cenários que ganham vida nas páginas

Explore alguns dos lugares que inspiram e atravessam a série. Cada ponto reúne um fragmento do universo de 1816: encontros, memórias, escolhas e contextos históricos.

Lugares

02

O dia a dia da Regência

Vivendo 1816

Vestimentas

Gravura de moda

Vestido da Regência

Tons claros de dia

Feminino

Vestidos

Cintura alta, logo abaixo do busto, saias longas e tecidos leves como musselina, algodão fino e seda. Tons claros durante o dia e tecidos mais sofisticados para eventos noturnos.

Spencer jacket

Pequena jaqueta curta usada sobre os vestidos para proteger do frio sem esconder a elegância da silhueta.

Pelisse

Casaco comprido, frequentemente em lã ou veludo, indispensável durante os meses frios.

Luvas

Símbolo de refinamento e parte da etiqueta social.

Chapéus e bonnets

Protegiam o rosto do sol e completavam o estilo da época.

Xales

Muito utilizados para aquecer e complementar vestidos durante passeios e viagens.

Masculino

Casaca (tailcoat)

A peça mais elegante do guarda-roupa masculino, usada em jantares, bailes e eventos sociais.

Colete

Vestido sob a casaca, acrescentava sofisticação ao traje.

Camisa de linho

Sempre branca e de gola alta, representava elegância e boa educação.

Cravat

Muito antes da gravata moderna, elaborados lenços de pescoço cuidadosamente amarrados.

Calças

Compridas, característica marcante da moda Regência.

Botas Hessian

Botas de couro indispensáveis para cavaleiros e cavalheiros.

Cartola

Símbolo de distinção e elegância masculina.

As roupas eram confeccionadas praticamente sob medida. Um vestido ou uma casaca bem-feitos representavam investimento, status e cuidado com a aparência. A moda acompanhava as rígidas regras de etiqueta da época, e saber vestir-se corretamente era parte essencial da vida em sociedade.

A sala de estar

Um jantar de época

Jantar

Comidas & bebidas · 1816

  • Codornas ao estilo inglês
  • Ensopado de carneiro com batatas
  • Pudim de carragenina
  • Torta de maçã
  • Veuve Clicquot Ponsardin
  • Irish coffee

Transportes

Em 1816, viajar exigia planejamento, tempo e resistência. Não existiam ferrovias, automóveis ou aviões. As distâncias eram percorridas por estradas, rios e pelo mar, e cada viagem fazia parte da própria experiência de viver naquele período.

i.

As carruagens particulares eram o principal meio de transporte das famílias abastadas. Variavam em tamanho e conforto e eram puxadas por dois ou quatro cavalos.

ii.

Nos trajetos curtos ou viagens individuais, cavalgar era uma prática comum, especialmente entre cavalheiros, militares e proprietários rurais.

iii.

As travessias entre a Inglaterra e a Irlanda eram feitas por navios à vela. Dependendo do clima, a viagem podia ser tranquila ou bastante difícil.

iv.

As estradas melhoraram graças às turnpike roads, vias pedagiadas mantidas por associações locais. Ainda assim, lama, chuva e buracos tornavam muitas viagens lentas e cansativas.

Viajar em 1816 significava muito mais do que chegar ao destino. Uma simples mudança no tempo podia transformar um percurso de poucas horas em uma jornada de dias.

Na série: cada deslocamento foi pensado para refletir as possibilidades reais da época. As viagens dos personagens acompanham suas transformações pessoais, seus encontros e as escolhas que mudam o rumo de suas histórias.

Planeje uma viagem em 1816

Quanto tempo levaria para percorrer os caminhos dos personagens?

Em 1816, viajar não era apenas sair de um lugar e chegar a outro. Cada percurso dependia das estradas, dos cavalos, das hospedarias, do clima e, no caso das travessias, das condições do mar.

Distância
Transporte
Conforto
Como seria
Paradas
Cavalos
Tipo de rota
Se o tempo mudasse
Tempo de viagemBilhete · 1816

Os tempos são estimativas literárias aproximadas para ambientação histórica da série.

Os bailes
As reuniões de salão
O chá da tarde
As cartas
A temporada social
Os passeios

Linha do tempo

Ordem de leitura

Quatro livros. Quatro jornadas. Um universo que atravessa o tempo.

1816

Livro 1

O início de tudo

Em um ano marcado por eventos que mudaram o mundo, Alana e Frederic se encontram e vivem um amor intenso em meio a convenções, segredos e escolhas que podem transformar destinos.

1817
–1820

Livro 2

Novos caminhos, novas escolhas

A vida segue e, com ela, chegam decisões que mudam tudo. Entre perdas e recomeços, personagens que amamos enfrentam dilemas, descobertas e o poder de escolher seu próprio destino.

1821
–1827

Livro 3

Outra perspectiva, a mesma história

A história que você já conhece ganha um novo olhar. Descubra os fatos, sentimentos e escolhas na perspectiva de Robert Baley, e entenda como cada verdade revela novas camadas.

1828em diante

Livro 4

Finais, recomeços e legados

Chegamos ao desfecho de uma jornada inesquecível. O tempo passa, mas o que foi vivido permanece. Amores, perdas e conquistas se entrelaçam para mostrar que algumas histórias nunca terminam.

Leia um capítulo

Comece pelo começo

Abra o primeiro capítulo de 1816 – O Ano que Não Houve Verão e conheça Alana e Frederic antes de levar o livro para casa.

Weendely Christina Pereira
escritora

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